terça-feira, 28 de junho de 2011
Tabuleiro Corporativo
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Maus Hábitos
3. NÃO OUVIR: hábito deplorável, muito comum em diretores e presidentes. Quando você fala mais do que ouve, você pára de aprender e fica obsoleto. Ouvir o que outros falam é uma atitude que demonstra inteligência e respeito.
5. NÃO SER PONTUAL: péssimo hábito, identificador de absoluta falta de respeito. Há pessoas que SEMPRE se atrasam. Observe a cara ridícula desta gente quando entra em uma reunião ou em um curso e atrapalha a todos!
7. NÃO LER NEM ESTUDAR: profissionais que não sabem pesquisar nem ler, nem estudar não são profissionais. São amadores que devem ser imediatamente descartados. Uma empresa não progride com gente ignorante trabalhando em sua equipe.
8. SER DEFINITIVO DEMAIS: é a característica do burro por convicção. Ele tem opiniões formadas sobre todos os assuntos e jamais se permite análise crítica. Como "sabe tudo", não aprende nada e permanece mergulhado em uma ignorância profunda.
10. NÃO SE PREPARAR PARA UMA REUNIÃO: são profissionais que vão para reuniões e para cursos "de mãos abanando", sem qualquer tipo de preparo. Atitude deplorável, que prejudica a produtividade das atividades e atrapalha o grupo.
12. SER ADEPTO DE FOFOCAS: expor a própria vida privada e a dos outros. A fofoca, embora possa parecer inofensiva, tem efeitos muito nocivos na produtividade e no ambiente de trabalho.
15. NÃO CUMPRIR COMPROMISSOS: se você precisa entregar um trabalho em uma data definida, você deve entregar, nada menos do que isto. Não cumprir prazos é fatal para um profissional. Não tem tempo? Não gosto e não quero ouvir esta desculpa "furada". Se não há tempo durante o horário normal, faça de madrugada, mas faça!
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Relpico aqui um excelente artigo escrito e plublicado por Ricardo Magalhães em seu blog ( http://www.bizrevolution.com.br/bizrevolution/2010/07/vamos-criar-os-filhos-para-serem-empreendedores.html ). Parabéns Ricardo.
Vamos criar os filhos para serem empreendedores!
Tentaram me doutrinar para ir bem na escola, cortar o cabelo, conseguir um bom trabalho, ganhar um bom salário, ter uma boa casa e televisão para assistir o Faustão e o Silvio Santos até o fim dos meus dias . Não conseguiram! Hoje eu ensino os meus filhos a perseguirem suas paixões, e se transformarem na luz que ilumina o mundo.
Nós vivemos em uma sociedade que não estimula em nada a criação de empreendedores, muito pelo contrário, a novela da rede bobo mostra os empresários como ladrões e assassinos; o jornal nacional exalta o governo como criador de emprego; a professora na escola ensina o moleque a pintar dentro do quadrado; o professor na faculdade idolatra a GM, IBM, Petrobrás e Vale do Rio Doce como expressões máximas do capitalismo; no cinema, os heróis são um bando de Vampiros que não trabalham há séculos; na televisão, são um bando de vabagundos que ganham 1 milhão de reais para tirar a roupa.
Ninguém está dizendo aos seus filhos para serem empreendedores! Ninguém! Se você não fizer nada, os seus filhos vão crescer achando que a vida é sobre trilhar uma única e linear estrada, trabalhar para o Bradesco, fazer carreira doce na Vale do Rio, ou prestar concurso público para mamar nas tetas da dilma.
Eu não quero isso para os meus filhos. Eu vou criá-los para serem empreendedores.
A imensa quantidade de problemas brasileiros que você e eu tanto conhecemos ainda não foram resolvidos porque não temos quantidade suficiente de empreendedores para atacá-los. Falta empreendedor, sobra problema.
Criar Filhos para serem Empreendedores é uma Responsabilidade Social, a alternativa que o país precisa para acabar com os problemas sociais.
Eu quero ver os meus filhos empreendendo, pode ser qualquer coisa: limonada, computador, artesanato em feira hippie, software, música, whatever!
"Pai, eu gosto de dançar", LEGAL FILHA!! Vamos vender esse troço, "Pai, eu gosto de ler", LEGAL FILHO, vamos transformar essa brincadeira em uma empresa, "Pai, eu gosto de ver televisão", LEGAL FILHA, vamos transformar a sua paixão em um web site".
"Filhos, nós podemos criar qualquer coisa a partir de qualquer paixão que vocês tiverem. Vocês devem e podem viver daquilo que vocês mais gostam de fazer. NUNCA SE ESQUEÇAM DISSO. NÃO DEIXEM NINGUÉM DIZER O CONTRÁRIO, NEM MESMO EU!".
Eu vou mudar o mundo, um filho de cada vez.
CRACHÁ JAMAIS!
Eu vou criá-los para serem Empreendedores, e não Advogados.
Eu vou educá-los para serem PRODUTORES e não consumidores.
Eu vou educá-los para AMPLIAR A RIQUEZA do mundo e não para se aproveitar do que os outros já criaram.
Desde cedo eu vou dizer a eles que não existe trabalho algum esperando por eles.
"Tratem de serem os melhores do mundo em alguma coisa, e alguém, eventualmente, em algum lugar, irá pagar a maior grana do mundo para vê-los trabalhar. Ponto." , eles ouvem isso todos os dias, e vão ouvir até eu bater as botas.
É claro que eles não vão fazer ou ser o que eu quiser. Acima de tudo eles vão aprender a questionar tudo e todos e pensar por si mesmos. Além do mais, existe toda uma sociedade falida cheia de imbecis buzinando lixo na cabeça deles. Eu sou apenas mais um, inocente, idiota, falando; e sobretudo, dando o meu exemplo.
Por que é tão importante ensinar Empreendedorismo para os nossos filhos?
Porque o Empreendedorismo resolve os problemas do mundo.
As empresas, os governos, os sistemas, e toda a panacéa que está "funcionando" não vão resolver nenhum novo problema do mundo, ou problema velho que foi deixado para trás. A panacéa vai resolver os problemas originais que foram criadas para resolver - e olhe lá!
A sociedade precisa de empreendedores para atacar os problemas; a turma que funciona (os funcionários, agora chamados de "colaboradores daquilo que funcionam"), foram cultivados, ensinados e doutrinados a manter as coisas funcionando.
Se você levar em conta que o atual sistema está ficando obsoleto. Danou-se!
"Houston, Nós temos um problema!"
Chama o Forrest Gump!!!
Nós precisamos criar os rebentos para serem empreendedores!!!
Como?
1. Projeto Mãe Desestressada. Se você tem filhos pequenos e uma esposa, você sabe o quanto a mulher pode ficar paranóica com os pequenos problemas que aparecem na vida dos filhos. Depois que você ajudá-la a resolvê-los, e a poeira abaixar, sente com os seus filhos para fazer um "brainstorm" sobre os problemas da casa. Jogue o problema no colo dos pimpolhos, e peça por soluções. "O quarto de vocês precisa estar arrumado depois das brincadeiras, qual solução vocês tem para esse problema?", invente problemas (se não tiver o bastante), exemplo, "Nós sempre esquecemos de colocar o suco na lancheira. O que vocês acham que papai ou mamãe poderiam fazer para não esquecer de colocar o suco na lancheira?".
Eu acredito que somos bichos de hábitos. Se o hábito de resolver problemas entrar na vida dos meus filhos, eles irão crescer empreendedores, e um dia, lá na frente, eles vão dar de cara com um problema que pode virar riqueza.
2. Projeto Loja de Brinquedo. A minha filha já aprendeu que precisa doar brinquedo velho para criança pobre. Agora, eu vou ensinar a ela como empreender uma loja de brinquedos usados. Empreendedorismo dá certo quando o empreendedor ama o que faz. Uma vez que ela ama brinquedos, e ama lojas de brinquedos, eu tenho certeza que ela vai amar a idéia de montar uma loja de brinquedos usados, e se dedicar de coração e paixão pelo projeto. Nós vamos montar a lojinha, definir os preços, criar uma decoração especial, fazer a promoção dos produtos, enfim, setar tudo, ganhar o dinheiro com as vendas, e economizar o faturamento para comprar alguma coisa interessante no futuro. A primeira vez a gente nunca esquece. No futuro, ela poderá dizer aos meus netos que empreendeu pela primeira vez aos seis anos de idade.
3. Projeto Crianças no Trabalho. Ok, já temos o Casual Day. Que tal agora criarmos o Kids Day? Todos os dias os seus filhos vêem você sair para o trabalho e voltar com dinheiro. Eles devem ficar imaginando, que fucking coisa os meus pais fazem todos os dias dentro de um escritório cercado de paredes cinzas? O que eles sabem é que você trabalha, o dinheiro entra. Na cabeça deles tudo parece fácil. Basta sair de casa, entrar em outro lugar, e o dinheiro entra em casa na forma de brinquedos, doces, roupas, viagens e agregados. Tá tudo muito fácil!! Chega! Vamos ensiná-los o valor do Trabalho! Vamos levar os crianças para o escritório, para a fábrica, para a loja, para conhecer um cliente! Sim, por que não? Leve o seu filho para conhecer o seu principal cliente. Eu tenho certeza que será um excelente quebra gelo, e uma excelente reunião. Vamos mostrar como as coisas funcionam! Vamos deixar as crianças colocarem as mãos nos produtos que vendemos, nas notas fiscais, nos clientes!
4. Projeto Mundo Criativo. A minha filha não é a Alice, mas a mente dela é o país das maravilhas. Os nossos filhos tem as idéias mais loucas do mundo. Basta deixá-los se expressar. Eu costumo brincar com a minha filha sobre que tipo de mundo ela gostaria de viver. "Eu sei que você gosta do sorvete de casquinha do McDonalds, mas como seria o sorvete mais gostoso do mundo para você?", "Olha aquela loja, o que poderia ter de louco por lá?", "O que deveria existir dentro de uma sala de cinema?", "O que você gostaria de fazer pela sua mãe que você nunca fez?" e assim por diante. Ela costuma dar as respostas mais "Alices" que eu já ouviu. Experimente com o seu filho!
5. Projeto Contadora de Histórias. Fatos não movem ninguém, Histórias sim. Antes da minha filha nascer, eu falava para todo mundo que ia ler histórias infantis para ela dormir. O plano já foi para o buraco. Eu não preciso mais ler histórias para ela dormir. Ela não gosta que eu leia histórias. Ela gosta de contar as histórias. Ela gosta de inventar as suas próprias versões das histórias tradicionais com personagens imaginários e versões fantásticas. Um bom empreendedor tem que ser um excelente contador de histórias para conseguir motivar os seus funcionários. Eu acredito que centenas de horas passadas em claro ouvindo minha filha inventar histórias irá ajudá-la a ser uma pessoa empreendedora no futuro.
Leia livros de histórias para os seus filhos, mas deixe-os contar e inventar suas próprias histórias. Às vezes, durante o dia, quando temos visita em casa, nós estimulamos os filhos a contar histórias em público, para todos ouvirem. Contar Histórias e Saber Falar em Público são habilidades essenciais para o empreendedorismo. Se você quer um filho empreendedor, estimule o pimpolho a falar em público.
"Você precisa ser dono do seu próprio negócio", "Você precisa ser independente", "Você precisa ser responsável pelas suas próprias decisões", "Você precisa fazer o que você ama", "Você precisa transformar a sua paixão em uma empresa", "Você precisa ajudar o mundo a resolver os seus problemas mais complexos" , os meus filhos vão me ouvir falar sobre isso o tempo todo. O mundo precisa de resolvedores de problemas, eu espero contribuir sensivelmente para o crescimento dessa mão de obra.
Mas acima de tudo, o maior ensinamento sobre empreendedorismo que podemos passar aos nossos filhos é viver do empreendedorismo. As nossas ações falam muito mais alto do que qualquer discurso.
Se você quer que o seu filho seja empreendedor, você precisa ser empreendedor!
Mas empreendedorismo não é apenas sobre abrir empresas. Empreendedorismo é sobre uma maneira especial de viver e pensar o mundo que nos cerca. Quando você é dono de um negócio, você é responsável pelo seu sucesso ou fracasso. Esse sentimento de responsabilidade pessoal é um presente de valor incalculável que você pode passar para os seus filhos.
Vamos criar os filhos para serem empreendedores!
NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!
QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Educação Corporativa e KM
Prezados
Em muitas empresas, quando se fala em KM é feita uma correlação entre a idéia do que KM deveria fazer e aquilo que a Educação Corporativa já faz há muito tempo. Tal abordagem produz uma visão de KM que não é sustentável, pois acaba inevitavelmente conduzindo à presunção de que KM se propõe a fazer criação, assimilação, difusão e aplicação do conhecimento. Esta idéia traz em si própria três erros que são desastrosos.
O primeiro diz respeito ao fato de que se isto fosse verdade, para fazer KM de forma explícita e sistemática, não precisaríamos fazer muita coisa além daquilo do que já vem sendo feito em termos de formação continuada de funcionários. Resulta daí que implantar uma KM para muitas empresas tem se traduzido em talvez mudar o nome do Centro de Treinamento para Universidade Corporativa, comprar alguns cursos externos, algumas ferramentas de Ensino a Distância e por aí vai. Mas nada que dê sustentabilidade à idéia de se precisar de uma atividade específica e diferenciada dentro da empresa para se melhor lidar com o conhecimento como fator de produção.
O segundo erro seria pensar que a Educação Corporativa lida com conhecimento. Na maioria das vezes isto não é verdade. A Educação Corporativa, independentemente de sua qualidade, quase sempre lida com a geração, assimilação, difusão e aplicação de informações. Isto explica porque empresas que focam suas ações de KM em seus setores de Educação Corporativa, a longo prazo vão perceber uma retração na criação de conhecimento.
O terceiro erro seria crer que assimilação, difusão e aplicação são as ações chaves na criação de conhecimento, o que não é verdade. A grande armadilha em KM é utilizar ferramentas e conceitos de gestão da informação com a expectativa de criar conhecimento.
Conhecimento é diferente de informação e embora quase sempre as pessoas digam reconhecer a diferença, deixam passar despercebido o fato de que o conhecimento é criado nas fronteiras do conhecimento existente, em um processo dinâmico.
A criação do conhecimento simplesmente não acontece quando o foco é em assimilação, difusão e aplicação, embora estas ações, que envolvem informações, sejam úteis ao desenvolvimento de qualquer arranjo organizacional.
Para que haja criação de conhecimento é necessário um ambiente propício às ações chaves para uma produção social, que seriam a crítica, a revisão e a reinterpretação do conhecimento existente. Ou seja, algo que extrapola em muito à Educação Corporativa, em especial, quando ela foca suas ações na contratação de cursos externos.
Forte abraço
Fernando Goldman
Postado originalmente em www.kmgoldman.blogspot.com
quarta-feira, 24 de março de 2010
Entendendo o Trabalhador do Conhecimento
Uma pergunta que há muito tempo vem despertando a curiosidade de economistas, engenheiros de produção, administradores, psicólogos organizacionais − toda uma ampla gama de pesquisadores acadêmicos e consultores de negócios − diz respeito a entender “qual a natureza da empresa”. Em outras palavras, por que em economias capitalistas, que tanto acreditam no mercado, há a necessidade de se constituírem empresas hierarquicamente organizadas?
Durante muitos anos, a melhor resposta a esta pergunta se prendeu à idéia de que a hierarquia seria capaz, com seus mecanismos de comando e controle, de fazer frente a erros e comportamentos oportunistas, que a produção em forma de mercado acabaria sofrendo. Significa dizer que a hierarquia superaria as falhas de comunicação.
Toda uma teoria foi construída em torno destas idéias, a dos Custos de Transação. Enquanto isto, a administração foi profundamente influenciada pela idéia de que conceitos da linha de montagem − um desenvolvimento da manufatura − poderiam ser aplicados indiscriminadamente a todos os ambientes envolvendo trabalho humano.
Perceber que a aplicação dos conceitos do taylorismo ampliava, na sociedade industrial, as possibilidades de aumento de produtividade, via parcelamento do trabalho, fez com que o fordismo, e, mais recentemente, o toyotismo, se caracterizassem como ideias predominantes no capitalismo.
O crescente desenvolvimento das tecnologias da informação e das comunicações, em especial a WEB, vem reduzindo as falhas de comunicação, alterando profundamente os ambientes focados em trabalho humano, ficando cada vez mais claro que hoje vivemos uma nova realidade. A Sociedade Pós-industrial.
A percepção do conhecimento como fator de produção presente nesta nova etapa do desenvolvimento humano traz diversas implicações. A mudança do foco da produção de tangíveis para intangíveis, a busca constante da inovação, o trabalho em rede, a produção customizada e descontínua são apenas algumas delas. Talvez a maior destas implicações seja a necessidade de repensar a natureza da empresa, vista agora como coordenadora de conhecimento.
O taylorismo é caracterizado entre outros fatores por: emprego extensivo de mão-de-obra não qualificada, não pensante; métodos de produção fundamentados em seqüências de trabalho fragmentado e simplificado; longas horas de trabalho monótono e rotineiro (mesmo que seja à frente de um computador); e comando fortemente hierarquizado do processo de trabalho. Por tudo isto, não atende às necessidades da produção focada na criatividade e no conhecimento.
As idéias do taylorismo conduzem ao “distanciamento”, fenômeno no qual uma pequena burguesia gerencial é responsável por conhecer e controlar de forma mais ampla os processos, ficando responsável pelas decisões, enquanto aos demais trabalhadores melhor seria “deixar o cérebro em casa”.
É verdade que com o surgimento do toyotismo, ficou clara a necessidade de horizontalizar o conhecimento. No bojo do toyotismo a Qualidade Total trouxe novos ares aos ambientes de trabalho, mas não foi suficiente para caracterizar uma nova classe de trabalhadores. Os trabalhadores do conhecimento. Segundo Druker, eles criam e usam conhecimento em seu local de trabalho. Com eles, o paradigma passa a ser a “cauda longa”, onde todos devem colaborar mesmo que pouco.
E aí se apresenta a pergunta chave. Quem são os trabalhadores do conhecimento? Apenas aqueles que trabalham em empresas reconhecidas como empresas do conhecimento? Ou seja, empresas em que o valor de mercado ultrapassa em muito o valor de seus ativos convencionais (as de software ou biotecnologia, por exemplo)? Será que só nelas há trabalhadores do conhecimento?
Será que todas as empresas, em última análise, não teriam sua sustentabilidade garantida por seu conhecimento? Mesmo aquelas que apóiam seus resultados atuais em infraestrutura física ou na produção de bens tangíveis só conseguirão se adaptar às mudanças cada vez mais frequentes nos ambientes de negócios através das inovações, que se traduzem em criação de conhecimento.
Abandonar o taylorismo e entender que agora todos devem ser trabalhadores do conhecimento, estejam no escritório ou no chão de fábrica, sejam gerentes ou não, talvez seja o grande salto que uma Gestão do Conhecimento Organizacional abrangente e bem feita possa propiciar. Não se trata de cuidar das pessoas. É cuidar das empresas através de suas pessoas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Excelência no Serviço Público
Com relação a GC, para mim não passaria de mais uma entidade pública com interesse em um assunto que está na moda, mas que tem extrema dificuldade de conseguir uma adesão do primeiro escalão a um projeto de implantação de GC. Pior ainda, pois eles queriam aplicar o curso nas semanas do Natal e Ano Novo, tendo a participação das principais cabeças da administração da instituição.
Sinceramente, achei que poderia seria uma evasão geral e sem efetividade, mas, como já vinha tendo contato com algumas pessoas de lá, e notado alguma diferença nas suas formas de trabalho, topei a parada.
Qual não foi minha surpresa no desenrolar do curso, de ver a participação e interesse deles, mais ainda, o comprometimento e emprenho em fazer do TRE um serviço público de excelência. Nas 48 horas que passamos juntos pude perceber o excelente nível dos profissionais que trabalham na direção nesta instituição, e que os mesmos conseguem contagiar seus colaboradores na busca de um serviço público que atenda as necessidades do cidadão e de todos seus stakehoders.
Conheci ali profissionais que se empenham em buscar o que existe de mais moderno nas administrações privadas, e aplicá-las no seu órgão, apesar de todas as dificuldades que a Lei Brasileira propicia a este tipo de iniciativa. Lá se pode encontrar, além do já disseminado EaD, wikis, fóruns, grupos temáticos, etc. E agora estão fazendo o levantamento de processos com vista ao trabalho baseado em competências.
Logo após a conclusão do curso me informaram da eminente criação de um Comitê Gestor para aplicar Gestão do Conhecimento no TRE-BA, envolvendo nada menos que 18 pessoas de todas as áreas da sua administração.
Ao mesmo tempo em que fiquei feliz com esta grata surpresa de excelência no serviço público, venho pensando o que falta aos tantos outros órgãos que carecem deste compromisso e empenho em desenvolver um trabalho como primor e dedicação que a coisa pública deve merecer.
Fica a sugestão de que eles passem a fazer palestras e treinamentos aos seus pares de outros órgãos, a fim de obtermos o melhor para o bem e o sérico público.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Um Natal por mês em 2010

Prezados amigos,
Estou iniciando este blog para conversarmos sobre empreendedorismo, negócios, gestão do conhecimento, inovação, tecnologias avançadas e coisas afins.
Já vou começar inovando e postanto sobre coisas afins, devido ao período que vivemos de Natal, Ano Novo, festas, etc.
Vocês já repararam como as pessoas ficam mais amáveis neste período? Nós ficamos mais tolerantes com o próximo, ajudamos mais as outras pessoas, perdoamos mais e amamos mais. Procuramos as pessoas que gostamos para dizermos que as amamos e nos preocupamos com elas. Nos reunimos não só com amigos e familiares para nos confraternizarmos, mas também com colegas que não temos tanto contato.
O incrível é que passamos praticamente 355 dias do ano reclamando que o mundo e nossa cidade estão mais violentos, que as pessoas não se falam, são impacientes e grosseiras umas com as outras. Somo irritadiços no trânsito, temos pouca paciência com alguns colegas de trabalho, e outras coisas que fazemos no nosso dia a dia.
A grande questão que fica é: por que não agimos no restante do ano como agimos no período de Natal?
Com certeza a vida seria muito melhor e seriamos mais felizes.
Tentar mudar de uma, agindo assim todos os dias de 2010 pode ser um desafio inalcançável, por isto, resolvi que pelo menos em um dia, nos próximos 12 meses, tentarei manter este espírito de Natal. Pelo menos uma vez por mês me forçarei a agir com o mesmo espírito e tentarei contagiar outras pessoas a agir assim.
Quem sabe o que acontecerá no final de 2010?
Daqui a um ano saberemos.
Que todos tenhamos um 2010 com muitas realizações, sucesso nas nossas atividades, com maior número de amigos, saúde e paz. Que Deus esteja conosco em todos os momentos.
Feliz 2010!!

